Comércio Eletrônico Boa Vista, Roraima

Informações sobre Comércio Eletrônico em Boa Vista e região. Encontre aqui endereços e telefones de serviços e empresas em Boa Vista, além de artigos sobre Comércio Eletrônico.

Mega Lan House
(95) 3626-4651
Avenida Venezuela 689
Boa Vista, Roraima
 
Atlântica Serviços Gerais
(95) 3623-1523
r Gal Penha Brasil, 102, Centro
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Disque Emprego
(95) 3623-2983
r Mário Homem Melo, 2200, Mecejana
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Labor
(95) 3224-1104
av Benjamin Constant, 1020 E sala 25, São Vicente
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Mega Lan House
(95) 3626-4651
Avenida Venezuela 689
Boa Vista, Roraima
 
World Lan House
(95) 3627-8367
Rua Lindolfo Bernardo Coutinho 289
Boa Vista, Roraima
 
Brasil Sat
(95) 3224-6282
av Ville Roy, 7354 lj. B, São Vicente
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Almiro F de Souza Me
(95) 3224-1092
r Pedro Rodrigues, 1296, Mecejana
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
World Lan House
(95) 3627-8367
Rua Lindolfo Bernardo Coutinho 289
Boa Vista, Roraima
 
Space Lan
(95) 3235-1251
Avenida Perimetral Norte 1889
São João da Baliza, Roraima
 
Dados Divulgados por

Comércio Eletrônico

Comércio Eletrônico Hoje em dia, o comércio eletrônico atingiu escala global e representa, muitas vezes, uma facilidade tanto para empresas, que poupam os gastos com lojas físicas, quanto para clientes, que tem a facilidade de poder realizar compras sem sair de casa, apenas com alguns cliques. Contudo, por vezes ocorrem problemas devido à impessoalidade do negócio. Problemas na distribuição, entrega, qualidade dos produtos, tão comuns quando falamos de comércio eletrônicos. É dos direitos do consumidor neste tipo de relação que iremos tratar agora.O Código de Defesa do Consumidor e o e-commerce No Brasil, vige a lei do Código de Defesa do Consumidor, que regula todo tipo de relação de consumo. Embora tenha sido feito em 1990, há mais de vinte anos, o Diploma Legal se encontra ainda atual, dispondo precisamente como deverão ser pautadas as relações de consumo. Muito embora na época de seu lançamento não houvesse comércio eletrônico, como se trata de uma relação comercial, é perfeitamente aplicável a legislação de proteção ao consumidor. O Código em questão trata o cliente como a parte mais fraca de relação de consumo. Nas relações de comércio eletrônico não é diferente, e o consumidor deve saber quais são os direitos que lhe assistem.A ofertaSegundo o artigo 30 da lei de proteção ao consumidor, o fornecedor está obrigado a veicular informações precisas e cumprir com as informações veiculadas. Ou seja: no caso de uma empresa oferecer uma oferta, de determinado produto com determinadas qualidades, o consumidor poderá exigir que a oferta seja cumprida integralmente. No comércio eletrônico, muitas vezes existem ofertas muito vantajosas, mas que escondem um ônus grande para o comprador. Acontece que a informação do vendedor deverá ser precisa e clara. Se houver alguma informação obscura, esta não valerá, de modo que o consumidor tem seu direito protegido.Os defeitosOutro risco inseparável do comércio eletrônico é o produto comprado chegar ao seu destino com defeito. Isto ocorrendo, o consumidor deverá buscar diferenciar o vício - que torna o produto impróprio ou inadequado ao consumo - do defeito, que é capaz de causar dano ao comprador. Sendo este último caso, deverá ser feito contato com o vendedor ou empresa fornecedora para que seja reparado o dano. Se não ocorrer, entre na Justiça. Se o dano realmente tiver ocorrido, é a chamada "causa ganha", pois o direito é patente.O prazoA entrega do produto deverá ter um prazo firmado e o início de sua contagem não deve ser estipulado exclusivamente pelo fornecedor. É isso o que diz o Código Consumerista. É bastante comum que os fornecedores atrasem a entrega dos produtos comprados por meio do comércio eletrônico, contudo esta é uma prática considerada abusiva pelo CDC, podendo até o negócio ser desfeito na Justiça.ConclusãoO Código de Defesa do Consumidor trata o comprador como parte mais frágil da relação de consumo. Desta forma, cabe ao consumidor saber usar seus direitos perante à Justiça para não ser lesado pelas empresas e lojas virtuais.0 Comments